terça-feira, 13 de setembro de 2016

Mancha? Pedaço? Circuito? Oi?

Você sabia, que as nossas relações sociais com as pessoas do nosso dia-a-dia e nossas atividades diárias (físicas ou não) formam pedaços, manchas e trajetos? E o que seriam essas definições? Descobrimos na última aula, pelo autor José Guilherme Cantor Magnani, através do texto “ O circuitos dos jovens urbanos” o que são essas definições e como elas podem se encaixar no nosso dia-a-dia, na nossa rotina e nas nossas relações.
Imagine pedaço como um conceito mais social do que propriamente o lugar físico, pedaço é ambiente social, onde você está com as pessoas do seu convívio social. Nessa definição importa muito mais o encontro característico com seu grupo, do que  espaço físico que vocês ocupam- o espaço físico pode ser alterado, você pode estar no seu pedaço em um lugar distinto.
Já para entender a mancha, é preciso ampliar a visão; ela se relaciona mais com as características do espaço físico. É o lugar que possui um conjunto de características (equipamentos, por exemplo), que são característicos da razão pela qual ele reúne as pessoas que o frequentam. Parece um pouco abstrato, e até estranho conceituar as coisas assim, mas para a gente entender pensamos da seguinte forma:
Somos em quatro amigas, estudantes da FEF-Unicamp, formamos nosso pedaço (em preto), que com relação às nossas práticas corporais se caracteriza no LAB-FEF e Ginasinho, onde fazemos nossas práticas de ginásticas, danças e aéreos. A faculdade como um todo é nossa mancha (em azul), pois é a faculdade, que reúne pessoas com interesses iguais (os estudos, ou essas práticas); pessoa estas que formam diferentes pedaços .
Por fim, o conceito de trajeto é justamente o que está ligado ao deslocamento. Na figura que colocamos (em vermelho), vemos que temos trajetos distintos. Somos de cidade distintas e por isso percorremos diferentes espaços para circular entre nossos pedaços. No caso do mapa que fizemos aqui, nossos deslocamentos e espaços se caracterizam pelas práticas corporais que frequentamos.
No texto lido, José Guilherme enfatizou de que forma esses conceitos se aplicam no cotidiano dos jovens, e em discussão vimos que isso nos auxiliará no estudo da dinâmica do comportamento dos jovens e a partir disso entender as expressões, comportamentos de aprendizagem e na escola, para que a partir disso discutamos nossa atuação profissional nas escolas, com estes jovens.

O que o autor traz é que o conjunto destes pedaços, manchas e trajetos, que são característicos de cada grupo social de jovens (reunidos por seus interesses e aspectos em comuns) forma o que ele chama de circuito,  e por isso ele intitula seu texto de “Os circuitos dos jovens urbanos”, afim de refletir da dinâmicas destes .

Um comentário:

  1. 147980-Meninas gostei muito da explicação de vocês sobre o texto e é incrível como o mapa consegue ilustrar em uma outra linguagem os elementos que estão presentes em nosso cotidiano, tornando assim nossa compreensão ainda maior sobre o assunto !

    ResponderExcluir