sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

O que séria aprofundar?
Segundo o dicionário, a palavra aprofundar significa examinar, estudar, pensar ou observar minuciosamente e investigar a fundo, seguindo esta lógica como, poderíamos aprofundar nossos conhecimentos a respeito da Ginástica Acrobática?






Após ver essas imagens, podemos fazer algumas reflexões, como:
O que estas práticas têm em comum?
O que as diferenciam?
Que aspectos as aproximam?
O que pensa que é Ginástica Acrobática?

Podemos pensar nas possíveis respostas para essas perguntas individualmente ou em grupo, fazendo assim, uma construção individual e/ou coletiva sobre a GAacro. Depois disso podemos, ainda, procurar no site da confederação de ginástica a definição “oficial” da ginástica acrobática e suas definições técnicas, para contrapor com das idéias construídas anteriormente.

domingo, 27 de novembro de 2016

Ampliar: quanto maior, melhor






E aí pessoal...
vocês sabem o que é ampliar? Bom, ampliar, de acordo com o dicionário Aurélio, é estender, dar ampliação, sendo assim, ao relacionarmos com a escola não vemos muito esse quesito, ou seja, muitas vezes a maneira de estudo/ensino são sempre as mesmas, fazendo assim, com que os alunos não questione, não tenham vontade de aprender algo a mais sobre determinado assunto. Ao contrário dessa atitude, os estudos culturais nos mostram a importância de ampliar, ou seja, o quão importante é mostrar para os alunos as diversas maneiras/fontes que existem para aprender e ampliar o seu conhecimento sobre determinado assunto, proporcionando assim, um despertar de um pensamento crítico nos alunos.
Ao pensarmos em uma proposta de ampliação de Ginástica Acrobática (GAcro), decidimos convidar alguém da área para ampliar o conhecimento dos alunos sobre esta. Sendo assim, pediríamos para os alunos procurarem regras, curiosidades sobre GAcro. Feito isso, eles seriam divididos em grupo, e seria solicitado que eles criassem grupos nas redes sociais para trocarem os conhecimentos adquiridos através da pesquisa, e produzissem perguntas que gostariam de fazer para o convidado, depois mandariam essas perguntas para o professor e este por sua vez as mandariam para o convidado. No dia da aula do convidado, seria realizada uma roda de conversa, para que assim, pudesse ser ampliado os conhecimentos dos alunos sobre a modalidade.

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Problematizar ? Onde está o problema?


Boa Tarde, galerinha....
Semestre acabando e a correria vindo junto, não é ?! rsrsrs.
Mas não, nós não esquecemos de passar por aqui para discutir com vocês o currículo cultural :)
O nosso próximo tema é  a Problematização... E aí já surgi aquele primeiro dilema... O que é problematizar ?
Bom , vimos que problematizar um conteúdo ou, no caso da nossa área, uma prática corporal é levantar a partir dela alguns questionamentos. É olhar criticamente para aquilo que a regula e define. Questionar aquilo que nela é concebido como natural. Contestar o que nela é tido como verdade absoluta. Para então, ter uma visão crítica desta e possibilitar, então, a construção de novas possibilidades para ela.
 Bem interessante, não é ? Nos anima ver a possibilidade de trabalhar assim com nossos alunos...
O nosso grupo vem trabalhando com a ginástica acrobática, e a nossa problematização foi em torno das necessidades, inclusive físicas, em torno dessa prática.
A partir dessa foto (essa aí em cima, rsrsrs) nossos colegas tiveram que pensar quem eles escolheriam para compôr essa pose , e dessa forma os estimulamos a pensar o porquê dessa escolha. E o porque a necessidade de algumas habilidades para cada posição ( a base, o volante e o intermediário )... e a ideia era inclusive que eles contestassem essa necessidade ...
Na teoria é um conceito bastante claro e interessante, mas é um tanto difícil, ou mesmo complexo, colocar isso em prática.

O que acham da proposta que utilizamos para isso ? Esperamos por sua opinião :)



Até a próxima semana, pessoal !

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Mapear? Pra quê?



Qual a primeira coisa que você pensa quando fala em mapa? Existe só um tipo de mapa?
Na geografia ensinada na escola, aprendemos que existem vários, político, de relevo, populacional, e mais um montão que nem lembramos mais depois de um tempinho fora do colégio. Mas será que existem só esses mapas apresentados pela matéria?
Mesmo para esses mapas estabelecidos pela geografia, é preciso que alguém conheça as informações que vão ser colocadas ali. Ao fazer isso, eles estão fazendo um mapeamento. Mapear é colher essas informações que são necessárias e organizá-las, fazer um mapa. Ou você achou que desde sempre o mapa foi assim, como no da foto ali em cima?
Por não sermos geógrafos, não fazemos esses mapas que estudamos na geografia, mas podemos mapear qualquer espaço e/ou público que tivermos interesse. Na verdade, todas as pessoas fazem isso, de uma forma ou de outra. Cada vez que entramos em um local novo olhamos, coletamos todas as informações que estão disponíveis e as organizamos, seja por grau de interesse, por relevância, ou por qualquer outro motivo pertinente.
Usando um exemplo prático, nós mesmas fizemos um mapeamento esses dias sobre quem na turma de uma disciplina da faculdade já tinha feito Ginástica Acrobática e/ou algo que parecesse com isso. Mesmo não usando questionário perguntando diretamente isso, conseguimos descobrir pela forma com que eles faziam os movimentos que pedimos se eles já tinha praticado algo do tipo ou não. Ou seja, existem vaaaaaaarios jeitos de fazer um mapeamento.
E você? Mapeia muitas coisas pelo mundo afora? 

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Hoje no blog...

Boa Tardeeeeee, Galera !

Essa semana a gente trouxe o nosso conteúdo de uma forma diferente e mais dinâmica. Nesse vídeo trouxemos para você os conceitos de Princípios e Encaminhamentos do currículo cultural que estamos trabalhando.

Esperamos que gostem ! Curtam e comentem.

Até a próxima semana

domingo, 23 de outubro de 2016

O potencial das linguagens

Nenhuma de nós quatro fala japonês. Fato. Mas viajando pelo mundo do cinema nos deparamos com um filme produzido no Japão e entendemos completamente! E sem legendas. O cinema é um tipo de linguagem, sabia?  Existem diferentes tipos de linguagem.
Esse vídeo que estávamos falando pra vocês. Vejam e confiram se não dá pra entender T-U-D-I-N-H-O o que é mostrado no vídeo:





Viu? Provavelmente você já passou por uma situação parecida com essa. Nós com certeza já!
Mesmo sem a língua falada, todo mundo consegue entender o que o personagem está passando, pois tem sentido, já que toda linguagem é uma produção simbólica, tem um significado comum para ambas as partes (espectadores e produtores) que foram alcançados com a linguagem usada.
Se os produtores tivessem usado a linguagem falada, talvez convencesse quem assistisse, mas só se a pessoa falasse japonês (ou se tivesse uma legendazinha pra facilitar a vida). De qualquer forma, o significante (a imagem do despertador tocando) e o significado (o despertador tocar significar que a pessoa deverá se levantar) formam o signo (imagem que significa alguma coisa).
Com isso, já dá pra perceber que toda linguagem expressa algo, não é? Você consegue achar outros signos representados nesse curta-metragem? Fala pra gente nos comentários!


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Ensino Médio dividido por seis

Você sabia que existe seis tipos de Ensino Médio no Brasil? Esses tipos de ensino médio não se encontram por acaso aí, mas foram construídos durante anos a partir de lutas e criação de leis para sua regulamentação para que exista hoje nesses formatos. Dá uma olhadinha nessa tabela e vê se acha qual desses tipos você frequentou.

TIPOS DE ENSINO MÉDIO
CARACTERÍSTICAS
ENSINO MÉDIO REGULAR
  • ·         Maioria das instituições públicas de ensino médio;
  • ·         Quatro ou cinco horas-aula por dia, diurno e noturno.

ENSINO MÉDIO INTEGRADO À EDUCAÇÃO TÉCNICA-PROFISSIONAL
  • ·         Integração do aprendizado profissional e acadêmico;
  • ·         Não é possível concluir um sem o outro;
  • ·         Varia a organização de acordo com o estado em que se encontra;
  • ·         Há uma seleção para a realização desse tipo de curso.

ENSINO MÉDIO CONCOMITANTE COM A EDUCAÇÃO TÉCNICO-PROFISSIONAL
  • Educação profissional sob responsabilidade do sistema privado com financiamento público;
  • Não existe uma relação com as disciplinas acadêmica;
  • Pode-se concluir um sem a condução do outro.
ENSINO MÉDIO INTEGRAL (JORNADA COMPLETA)
  • ·         Sete a nove horas-aula diárias;
  • ·         Unidades passam por reformas físicas, recursos humanos, de gestão e pedagógicos.

ENSINO MÉDIO SEMI-INTEGRAL
  • ·         Dois dias da jornada completa;
  • ·         Possibilita os dois períodos diurnos (manhã e tarde);
  • ·         Contorna o problema da falta de espaço físico.

ENSINO MÉDIO INTEGRAL
  • ·         Resultado de iniciativa privada.

COM GESTÃO COMPARTILHADA
  • ·         Propostas pedagógicas para poucas escolas;
  • ·         Instituições privadas oferecem materiais, recursos humanos e infraestrutura;
  • ·         Gestão conjunta da instituição parceira e do órgão público.

E aí, encontrou o seu? Diga aqui nos comentários qual deles foi o que você vivenciou e qual você acha que seria mais proveitoso. E até semana que vem!